no mundo agora


Ataque aéreo israelense mata palestino em Gaza


Gaza, 13 Out (Reuters) - Um ataque aéreo israelense matou um militante palestino e feriu gravemente outro que conduzia uma motocicleta na Faixa de Gaza neste sábado, afirmaram médicos palestinos e militares israelenses.
Um comunicado do Exército israelense afirmou que os dois homens atingidos eram "agentes terroristas do Conselho Hashora dos Mujahidin, com sede em Gaza." Nenhum grupo reivindicou os dois homens como membros.
Na sexta-feira, um foguete lançado a partir de Gaza atingiu área próxima à visitada pelo ministro das Relações Exteriores brasileiro, Antonio Patriota, que havia desembarcado em Israel no mesmo dia.
Segundo porta-voz do Itamaraty, no momento da ação, que não tinha alvo específico e não deixou vítimas, o chanceler se encontrava distante do local.
Em resposta a um ataque na sexta-feira reivindicado pelo Conselho Hashora, as forças de segurança israelenses lançaram horas depois três ataques aéreos contra o que disseram ser "locais de atividade terrorista". Não houve mortes nessas ações 


Presidente do Egito chega a acordo com procurador

O general Abdel-Meguid Mahmoud chegou a um acordo com o presidente do Egito, Mohammed Morsi, por meio do qual conseguiu manter-se no posto de procurador-geral. O acordo encerra um impasse que levou a acusações de que o executivo estaria tentando interferir no judiciário egípcio.
Na última quinta-feira, Morsi recomendou a Mahmoud que renunciasse, em uma aparente tentativa de aplacar o descontentamento do público pela absolvição de integrantes do governo deposto em fevereiro do ano passado, acusados de orquestrar a brutal repressão ao levante popular contra o ex-ditador Hosni Mubarak.
Morsi teve de se limitar a recomendar a Mahmoud que tomasse a iniciativa de renunciar ao posto, porque a lei egípcia impede o presidente de demitir o procurador-geral. Ao pedir a Mahmoud que renunciasse, Morsi ofereceu a ele o posto de embaixador egípcio no Vaticano. Mas o general não acatou o pedido do presidente.
O apoio à demissão de Mahmoud, um general indicado para o cargo de procuradoria-geral por Mubarak, era elevado entre os egípcios, mas o pedido de Morsi na quinta-feira levou diversos juízes a acusarem o presidente de tentar interferir na atuação do judiciário.
Hoje, o vice-presidente Mahmoud Mekki disse a jornalistas que, depois de uma reunião, o presidente e o procurador-geral chegaram a um acordo após um pedido do Conselho Judiciário Supremo para que Morsi retirasse o pedido. Depois da reunião, o general disse à Associated Press que o "mal-entendido" com Morsi estava solucionado.
Mekki, por sua vez, rechaçou as acusações de que Morsi estaria tentando interferir no judiciário e afirmou que a intenção do presidente era preservar de críticas a procuradoria-geral. Ainda de acordo com Mekki, Morsi fez a recomendação depois de ter entendido inicialmente que Mahmoud estava de acordo com a renúncia. As informações são da Associated Press.

Nenhum comentário:

Postar um comentário